A associação tem eventos bem organizados, comunicados relevantes e representatividade reconhecida no setor. Mas quando o associado precisa responder, para si mesmo ou para alguém que pergunta, o que a associação faz por ele no dia a dia, a resposta costuma ser abstrata. Networking. Representatividade. Acesso à informação. Relacionamento com o setor.
Nenhum desses benefícios é visível quando o associado abre o site da associação. Nenhum aparece como algo concreto que ele possa mostrar, usar ou acessar entre uma assembleia e outra. E, quando o único momento concreto e regular de interação com a associação é o boleto mensal, a percepção de valor vai diminuindo até que a renovação vira uma decisão que precisa ser justificada.
Um Guia de Negócios digital bem estruturado é um dos recursos mais diretos para mudar isso. Ele transforma "fazer parte" em algo que o associado pode abrir no computador e mostrar: estou aqui.
Um Guia de Negócios digital é um diretório de associados dentro do site da associação. Cada membro tem uma página própria com logo, dados de contato, área de atuação e uma descrição da empresa. O guia é organizado por categorias e pode ser acessado por qualquer visitante do site, a qualquer momento.
Não é uma lista de logos em uma página institucional. Não é uma planilha publicada em PDF que precisa ser baixada para ser consultada. É um espaço navegável, pesquisável e atualizado, que funciona como vitrine do ecossistema de empresas que fazem parte da associação.
A diferença entre um guia bem feito e uma lista genérica de associados está em dois fatores. O primeiro é a qualidade da presença de cada associado: uma página com informações completas, atualizadas e úteis para quem a encontra vale muito mais do que um nome numa tabela. O segundo é a facilidade com que qualquer visitante consegue navegar, filtrar por categoria e encontrar o que procura.
O associado que tem uma página própria dentro do site da associação tem algo concreto para mostrar. Não um desconto em evento, não um convite para reunião. Uma presença digital num canal com credibilidade e audiência estabelecida no setor.
Quando um cliente potencial pesquisa o nome de uma empresa e encontra ela listada no site de uma associação comercial com história e reputação, a credibilidade recebida é real. A empresa aparece associada a um contexto de seriedade e pertencimento que qualquer empresa poderia ter, mas que só quem faz parte tem.
Esse benefício é diferente de todos os outros que uma associação costuma oferecer porque é permanente e independe de presença física. Funciona nos trezentos e tantos dias do ano em que não há assembleia, não há evento presencial, não há outro ponto de contato entre o associado e a organização que o representa.
Para o associado que começou a questionar o valor da mensalidade, ter uma página própria no Guia de Negócios é uma resposta concreta à pergunta que ele estava fazendo para si mesmo. É algo que ele pode abrir, mostrar a um parceiro ou cliente e dizer: faço parte disso.
O Guia de Negócios nasce para servir o associado. Mas bem estruturado, se torna também uma ferramenta de prospecção para a própria associação, e esse segundo benefício costuma ser uma descoberta.
Quando o departamento comercial vai apresentar o valor de fazer parte da associação para uma empresa que ainda não é membro, o argumento mais poderoso não é um texto sobre os benefícios. É abrir o site, entrar no Guia, navegar pelas categorias e mostrar quem já faz parte. O prospecto vê o nível das empresas listadas, identifica concorrentes ou parceiros conhecidos, entende o contexto em que sua empresa estaria inserida. A página fala por si, sem que seja preciso convencer ninguém de nada.
Há ainda um benefício menos imediato, mas igualmente relevante para qualquer associação que se preocupa com visibilidade digital: cada página de associado no Guia é conteúdo indexável pelos mecanismos de busca. Uma empresa que aparece no Guia pode ser encontrada por quem pesquisa pelo nome dela, pelo setor de atuação ou pela localização. Esse tráfego chega no site da associação, não em outro lugar. E quem chegou procurando um fornecedor e encontrou o Guia descobriu, ao mesmo tempo, a associação que o organiza.
Um Guia que existe, mas está incompleto, desatualizado ou difícil de navegar faz menos pelo associado e pela associação do que um Guia bem feito e bem mantido. A estrutura importa desde o início.
O mínimo necessário para que a página seja útil inclui: nome da empresa, logo, área de atuação, cidade, uma descrição clara do que a empresa faz e as formas de contato. Opcionalmente, é possível incluir fotos, produtos ou serviços em destaque, link para o site da empresa e redes sociais. Quanto mais completa a página, mais útil ela é para quem a encontra e maior é a percepção de valor do associado que a tem.
Um guia com cem empresas sem categorização é uma lista longa. Um guia com cem empresas organizado por setor, por tipo de serviço ou por área de atuação é um diretório que qualquer visitante consegue usar para encontrar o que precisa em segundos. A categorização também distribui o conteúdo de forma que os mecanismos de busca consigam indexar por tema, aumentando a visibilidade de cada página individualmente.
Existem dois modelos possíveis. No modelo centralizado, a equipe da associação gerencia todas as páginas. No modelo distribuído, cada associado tem acesso para atualizar a própria página. O segundo modelo reduz o trabalho da equipe, aumenta o engajamento do associado com a plataforma e garante que os dados estejam corretos, já que quem melhor conhece as informações da empresa é a própria empresa. Exige, porém, um processo de cadastro e orientação sobre o que preencher e como.
Um guia com empresas que fecharam, telefones desatualizados ou logos antigos prejudica tanto a credibilidade da associação quanto o benefício que o Guia deveria oferecer. Uma revisão anual dos dados, ou a vinculação do processo de atualização à renovação anual da associação, garante que o guia reflita a realidade da base de forma consistente.
O momento em que alguém se associa é o de maior engajamento com a organização. Usar esse momento para criar a página do novo membro no Guia, com orientação sobre como preenchê-la bem, garante que o benefício seja percebido desde o início. O associado que entra e já tem uma página no Guia começa a relação com um benefício concreto em mãos.
A utilidade do Guia aparece em situações concretas que qualquer associação reconhece.
Um visitante chega ao site da associação procurando um fornecedor de serviços jurídicos para o negócio dele. Acessa o Guia, filtra pela categoria correspondente, encontra três empresas associadas com descrição completa, contato e link para o site de cada uma. Escolhe uma e entra em contato. A associação gerou valor para o visitante, para o associado que foi encontrado e para si mesma como plataforma de conexão dentro do setor.
Um associado que estava pesando a renovação acessa o site antes de decidir. Encontra a própria empresa no Guia: logo, descrição, categoria, dados de contato. Algo que está lá, que qualquer pessoa que chegar no site pode ver. A decisão de renovar fica um pouco mais fácil porque o benefício é visível.
O departamento comercial da associação está em uma reunião de prospecção. Abre o Guia durante a conversa, navega pelas categorias, mostra os associados da área em que a empresa prospectada atua. O argumento de venda se torna uma evidência. O guia substitui a explicação pelo exemplo.
Associações que transformam o site em canal de valor concreto para o associado não precisam convencer ninguém de que fazer parte vale a pena. Mostram.
O Guia de Negócios é um dos recursos mais diretos para fazer isso. Ele transforma a presença digital da associação em um benefício que o associado pode ver, usar e mostrar. Cria um ponto de contato permanente entre a organização e o associado que funciona nos dias em que não há evento. E transforma a associação, ao mesmo tempo, em uma plataforma de visibilidade setorial que gera valor para quem está dentro e atrai quem está fora.
O benefício que faltava para o associado responder com clareza "o que a associação faz por mim" talvez seja mais simples do que parece: uma página com o logo, os dados e o que a empresa faz, dentro do site de quem o representa.
Por que campanhas de vestibular perdem conversão antes do candidato chegar na página?
Campanhas de vestibular perdem conversão no elo entre anúncio e página. Saiba identificar onde a perda acontece e como sincronizar os dois antes do próximo ciclo.
Tudo que outras plataformas CMS cobram para colocar seu portal de notícias no ar
O custo real de um portal de notícias vai muito além da licença do CMS. Veja as camadas ocultas que ninguém calcula antes de contratar e o que elas somam no final.
O que acontece com o site de um evento quando o desenvolvedor não está disponível na hora certa
Quando o fornecedor do site não está disponível durante o evento, o problema já está instalado. Entenda por que esse modelo falha e como retomar o controle.
Boleto
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.